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sábado, 12 de dezembro de 2020

A namorada foi a festa no banheiro do bar


Luciana e eu namorávamos já há uns quatro anos e sempre tivemos bons momentos. Ainda era muito cedo para pensar em casamento, mas nos curtíamos bastante e estávamos quase morando juntos. Quando nos encontrávamos nos finais de semana era uma loucura: era sexo o dia inteiro para tirar o atraso. Morávamos com nossos pais, mas isso não era nenhum impeditivo. Bastava colocar uma toalha no vão da porta, para que ninguém ouvisse a gemedeira, e pronto, a pirocada podia comer solta sem problema. 

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Não perdoou a namorada do sobrinho (2)


Quando ouviram a buzina lá fora tomaram um baita susto. Vestiram-se rapidamente e Ricardo tratou de esconder qualquer vestígio de foda, como a camisinha cheia e sua embalagem. Tudo organizado, foram abrir o portão da casa. Era o tio que tinha levado Marcos (o namorado de Renata) de volta para o hotel em que estavam hospedados e que tinha voltado para pegar a moça também. Esse tio, Gustavo, era um pouco mais baixo que Ricardo mas tinham mais ou menos a mesma compleição física e Renata não pôde deixar de notar. "O Marcos ficou bem?", perguntou Renata, "sim", respondeu Gustavo, "deixei ele dormindo no hotel, vai acordar de ressaca". Ricardo e Renata trocaram olhares mas se despediram como se nada tivesse acontecido. Ela entrou no carro de Gustavo e lá se foram. No trajeto, Gustavo não pôde deixar de reparar nas coxas bronzeadas e torneadas da namorada do sobrinho, mas se contentou em comê-la com os olhos e não puxou assunto.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Boquete na madrugada


Voltamos tarde da balada e nosso amigo Alex ainda iria para Niteroi. Como durante a madrugada as barcas para lá paravam de circular, minha namorada ofereceu sua casa para ele dormir, já que eu também pernoitaria com ela. "Não vou incomodar?", perguntou Alex, ao que Viviane, minha namorada morena, corpão violão, linda aos 25 anos, respondeu, "claro que não!, é um prazer". E lá fomos nós de Uber, cansados e meio alcoolizados, rumo à casa da Vivi. Ela morava com os pais e uma irmã mais nova, mas como a residência era grande ninguém se incomodaria e tinha um espaço sossegado para um colchonete onde o Alex passaria a noite.

E assim foi. O Alex foi acomodado em um cantinho da casa e eu e Vivi fomos para o quarto dela. "Amor, quero dar...", disse a safada da minha namorada toda dengosa. Eu olhei pra ela meio grogue, as caipirinhas que tomei começando a bater forte. Sentei na cama e tudo começou a girar. "Não vai dizer que você quer dormir?", perguntou ela, meio brincando meio indignada. Eu, cansado da balada, não teria pique para meter. "Cheio de sono, amor", confessei. "Ai não! Assim vou dar para qualquer um!", respondeu rindo, me sacudindo, "vou lá no Alex, hein!", ameaçou entre risos. Achei graça mas ainda estava bem grogue. "Tudo bem, vamos sim", respondi fazendo um esforço. Ela tomou um banho e voltou cheirosa e só de camisola, toda animada. Mas eu já tinha arriado na cama e a última coisa que vi foi ela do lado tentando me animar com carinha de frustrada. Apaguei.